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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Academias de ginástica: objetivos, nutrição e culto ao corpo



Outro estudo interessante a ser citado é esse! Realizado esse ano por formandas do Centro Universitário São Camilo nesse mesmo ano, ele consegue caracterizar perfeitamente o perfil de freqüentadores de uma academia em São Paulo.

Embora muitos citem a saúde como principal motivo para a prática de atividade física e alegam ter alterado seus hábitos alimentares após tornar-se mais ativos, menos da metade procuraram ajuda com profissional especializado em nutrição.

E esse perfil não foge a regra de outras academias de São Paulo e, muito provavelmente, de outros lugares do país. O acompanhamento nutricional para garantir uma vida saudável, a conseqüente boa forma e satisfação corporal seria uma peça chave para a aceleração e manutenção desses resultados à longo prazo.

Quem se interessou pelo tema e quiser saber mais sobre o artigo das breves e futuras nutricionistas Lúcia Fellegger e Thaís Abe, orientadas pela Dra. Marcia Nacif, leia-o na íntegra no site Efdeportes, no qual o estudo foi publicado recentemente.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

E treinar em jejum, pode?


Independente do tipo de exercício, intensidade e duração da modalidade que você pratica ou pretende fazer, a regra é clara: JEJUM, JAMAIS!

Muitas pessoas acreditam que treinar em jejum facilita a redução do peso corporal. De fato, o indivíduo perde peso, mas isso não quer dizer o mesmo que “emagrecer” que significa:“reduzir sua gordura corporal” e não simplesmente o peso (que é composto por água, músculos, órgãos, vísceras e, por fim, gorduras).

O que acontece no jejum é que, ao restringir fontes de energia pela alimentação, nosso organismo procura outras fontes para manter-se ativo, recorrendo ao estado catabólico denominado cetose e que, segundo os defensores do jejum ou de dietas “low carb” , seria a indesejável gordurinha em excesso.

Enfim! Já é de comum acordo entre os profissionais da nutrição e dos esportes, que as gorduras só “queimam em uma chama de carboidratos” e sem eles, o que resta ao nosso corpo são as proteínas, facilmente encontradas no tecido muscular. E é justamente por isso que pessoas que adotam esses hábitos alimentares têm dificuldade de ganhar massa magra. Vale lembrar que o jejum ou oferta inadequada de nutrientes no pós-treino também é prejudicial, pois além de utilizar proteínas do tecido muscular como energia durante o exercício, não há recuperação adequada de proteínas via oral após o treino.

E não pense que o jejum em outros períodos afastados do treino é melhor: o mecanismo é o mesmo e todo esse esforço para buscar outras fontes de energia, faz com que seu corpo se proteja de outras futuras restrições e desacelera seu metabolismo para poupar energia.

Resumindo: Não é a restrição de alimentos em determinado período que fará você emagrecer e sim o déficit calórico no final do dia!